quarta-feira, 25 de julho de 2012

Número de latrocínios aumenta 50% na capital paulista

Governo do estado: Alckmin trabalhando pela nossa insegurança

Governo do estado de são paulo : trabalhando pela nossa insegurança
Imagem do site Cômico e Trágico
A capital registrou nove casos de latrocínio no mês de junho. O número é 50% maior do que o total ocorrido no mesmo período do ano passado. Em compensação, houve diminuição em relação aos 16 casos de maio, quando foi registrado o maior número deste ano.

No primeiro semestre, foram 55 casos de latrocínio na cidade de São Paulo, 4% a mais do que o total registrado no mesmo período do ano passado. Os dados são do Sistema de Informações Criminais da Secretaria da Segurança de São Paulo. O governo de São Paulo vai divulgar na quinta-feira, 26, os dados de crimes ocorridos no mês de junho no Estado.

Na segunda-feira, 23, o secretário da Segurança Pública, Antonio Ferreira Pinto, já havia admitido que a criminalidade estava crescendo na capital. A afirmação foi dada durante a apresentação dos novos soldados que deverão atuar no patrulhamento de Guarulhos e região, ao comentar o assassinato do italiano Tommaso Lotto, de 26 anos, na tarde de sábado na Avenida 9 de Julho.

"Esses roubos praticados por ladrões de motocicleta têm mais agilidade, mobilidade. É um a mais que ocorre na capital. A gente lamenta, o DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) e o Deic (Departamento de Investigação sobre Crime o Organizado) estão fazendo todas as investigações no sentido de elucidar o crime. Mas isso ocorre lá (no Itaim-Bibi), ocorre na Cidade Tiradentes, em Itaquera, no Jardim Ângela. Lamentavelmente, é a escalada da violência", disse o secretário na ocasião. Do Estadão
Fonte:Blog Os amigos do presidente Lula

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Alckmin não cumpre promessa e aumenta o pedágio de São Paulo

Pedágio sofre reajuste de quase 5% e o prejuízo vai parar no bolso do trabalhador.
geraldo alckmin aumentando valor do pedagio em São paulo
Em 2010 o governador Geraldo Alckmin prometeu em sua campanha rever os contratos e baixar o valor dos pedágios, não foi o que aconteceu. Neste domingo (01), houve reajuste de quase 5% e o prejuízo foi parar no bolso do trabalhador.

Nas praças em que incide o Índice de Preço do Consumidor Amplo (IPC-A), o reajuste será de 4,98%. Já nas rodovias em que o cálculo é feito pelo Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) será aplicado 4,26% de reajuste.

Para elucidar: Em uma viagem de São Paulo a Santos, o pedágio de São Paulo sai de R$ 20,10 para R$ 21,20.

São Paulo tem um dos pedágios mais caros do país e do mundo. Neste momento o pedagiômetro marca mais de R$ 3 bilhões deixados para a manutenção de estradas.

Os valores abusivos não atingem só os motoristas, acarretam também no aumento de fretes, condução e até mesmo nos produtos básicos de consumo.

A privatização das rodovias no Estado teve início há 14 anos, quando 12 empresas tornaram-se concessionárias. A partir de 2008 outras sete assumiram estradas paulistas, totalizando 5.315 km segundo a Agência de Transporte do Estado (Artesp). Em menos de duas décadas o aumento na cobrança dos pedágios chegou a 168% acima da inflação, atingindo, segundo o Ipea, média de R$ 12,76 em São Paulo (a cada 100 km). Já os pedágios cobrados pelo governo federal na Rodovia Fernão Dias são oito vezes mais baratos que o Estado.

O número de praças de pedágio em São Paulo também deu um salto assustador com a privatização promovida pelos tucanos – de 40, em 1997, para 227 treze anos depois, (com cobrança nos dois sentidos) numa média de criação de um novo posto a cada 40 dias no ano de 2010.

“É vergonhoso subestimar uma população que constrói com tanto trabalho a riqueza do nosso Estado. O número de veículos e de praças de pedágios aumentam, mas não vemos nunca a diminuição do valor da tarifa, sempre majorada para garantir a tese do equilíbrio econômico contratual", diz a deputada Ana Perugini que desde 2008, incentiva a discussão em torno da concessão onerosa das estradas paulistas, pedindo uma mudança de postura das autoridades estaduais, com a revisão das tarifas e as vias alternativas, de forma a dar à população novas opções de trajetos e tráfego em todas as regiões.
Do PT SP